quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mulheres reivindicam maior participação em missões espaciais

As mulheres cientistas reivindicaram nesta quarta-feira seu papel na pesquisa e nas missões espaciais em uma conferência dedicada a Marte, inaugurada pela astronauta americana Cady Coleman.

A astronauta, que esteve seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), destacou a importância da presença das mulheres, porque "fornecem diferentes elementos à equação". "Em uma missão tão difícil como chegar a Marte, precisamos de todas as habilidades possíveis (...) as habilidades das mulheres, as habilidades dos homens, de todo tipo de pessoas", afirmou Cady.

E não apenas para viajar para Marte, "mas também para nos ajudar a estar preparados para deixar o planeta (Terra) com a tecnologia necessária", acrescentou. Além disso, a coronel aposentada da Aeronáutica afirmou que as viagens a Marte serão complicadas, devido à grande distância, mas é um objetivo plenamente alcançável.

A astronauta, casada e mãe de um filho, frisou que nas entrevistas lhe perguntam se é duro permanecer longe de seu filho, algo que duvidou que perguntem aos seus companheiros, e enfatizou que "é um sacrifício que fazemos porque acreditamos que nosso trabalho é importante".

No painel moderado por Collen Hartman, subdiretora adjunta da divisão de Missões Científicas da Nasa (agência espacial americana), a cientista e fundadora da Women in Planetary Science, Susa Niebur; a bióloga da Nasa, Cassie Conley; e a jornalista Linda Billings, concordaram em ressaltar que a presença de mulheres na área é ainda baixa.

Kate Craft, estudante de doutorado em geofísica na Universidade Virgínia Tech, declarou à Efe que "dizem que as coisas melhoraram para as mulheres, mas isso não está acontecendo".

Neste sentido, Karina Cheung, de 29 anos, física e geofísica planetária da mesma universidade, disse que a pesquisa planetária foi considerada durante muito tempo algo de homens, por isso "necessitamos mais programas para inspirar as mulheres".

EFE
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sonda russa que não chegou a Marte pode cair na Terra em dias

Um falha impediu nesta quarta-feira que a estação espacial russa Phobos-Grunt seguisse rumo a Marte e os especialistas têm apenas três dias para tentar recuperar o aparelho, que ficou em órbita terrestre, caso contrário poderá cair no solo. Logo após a falha vir à tona, fontes do setor espacial russo indicaram que pode ter sido causada por um problema mecânico no sistema de orientação da estação ou por um defeito em seus sistemas computacionais.

Horas depois, outra fonte disse em condições de anonimato à agência Interfax que a órbita de apoio na qual a Phobos-Grunt se encontra é bastante baixa, motivo pelo qual não seria possível reprogramar seu voo e existe o risco de que caia na Terra. "Nessa órbita, a estação pode se manter entre cinco e dez dias, período após o qual como resultado da perda de velocidade entrará nas camadas densas da atmosfera e cairá na Terra", disse. A fonte indicou ainda que a possibilidade de recuperar a estação é mínima, e acrescentou: "Seria um milagre".

Fontes da agência russa afirmaram que a Phobos-Grunt ficou na órbita terrestre devido ao funcionamento defeituoso do sistema de comando. "Os especialistas haviam advertido que o sistema de comando da estação interplanetária não estava pronto. O risco de fracassar por seu mau funcionamento era muito alto. Infelizmente, se cumpriram as piores previsões", ressaltou um funcionário que não quis se identificar.

O lançamento da Phobos-Grunt deveria marcar o início de uma missão de 34 meses que incluía o voo a Phobos, uma das duas luas de Marte, a aterrissagem em sua superfície e, finalmente, o retorno à Terra de uma cápsula de 200 gramas com amostras do solo do satélite marciano.

O projeto, com um custo de 5 bilhões de rublos (cerca de US$ 170 milhões), caso possa ser concluído, permitirá o estudo da matéria inicial do sistema solar e ajudará a explicar a origem de Phobos e Deimos, a segunda lua marciana, assim como dos demais satélites naturais no sistema solar. A tentativa anterior da Rússia de enviar um aparelho a Marte, em 1996, terminou fracassada depois da queda da sonda, a Mars-96, no oceano Pacífico sem sequer alcançar a órbita terrestre.

EFE
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Falha impede que sonda russa chegue à lua de Marte

Uma falha impediu que a sonda interplanetária russa Phobos-Grunt chegasse a uma das luas de Marte, informou nesta quarta-feira a agência espacial da Rússia, Roskomos. O aparelho de 13,5 toneladas de massa, que foi lançado ontem por um foguete Zenit-2SB da base cazaque de Baikonur, ficou em órbita em torno da Terra.

"O propulsor não funcionou. Não houve nem primeiro nem segundo acesso. Isto significa que o aparelho não pôde se orientar pelas estrelas", disse o diretor da Roskosmos, Vladimir Popovkin, citado pela agênciaInterfax.

Popovkin afirmou que os especialistas de terra conhecem os parâmetros da órbita da sonda interplanetária automática e estabeleceram contato com ela. "Não direi que (o lançamento) foi um fracasso. É uma situação imprevista, na qual é preciso trabalhar", comentou.

O diretor da agência espacial acrescentou que os especialistas têm 72 horas para carregar um novo programa de voo no computador central da Phobos-Grunt. Popovkin lembrou que a sonda conserva todo seu combustível, o que permite voltar a programar seu voo, que tem como objetivo pousar em Phobos, uma das duas luas marcianas, e trazer de volta à Terra amostras de seu solo.

O projeto, se tudo der certo, permitirá o estudo da matéria inicial do sistema solar e ajudará a explicar a origem de Phobos e Deimos, a segunda lua marciana, assim como dos demais satélites naturais no sistema solar.

O aparelho de 13,5 t foi lançado por um foguete Zenit-2SB da base cazaque de Baikonur. Foto: Reuters

O aparelho de 13,5 t foi lançado por um foguete Zenit-2SB da base cazaque de Baikonur

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Asteroide passa perto da Terra sob olhar atento dos cientistas

Esta imagem de radar do asteroide foi gerada a partir de dados obtidos em abril de 2010 pelo Telescópio Arecibo, em Porto Rico. Foto: Nasa/Cornell/Arecibo/Divulgação

Esta imagem de radar do asteroide foi gerada a partir de dados obtidos em abril de 2010 pelo Telescópio Arecibo, em Porto Rico
Foto: Nasa/Cornell/Arecibo/Divulgação

O asteroide 2005 YU55, o que mais se aproximou da órbita terrestre em 35 anos, passou nesta terça-feira entre a Terra e a Lua, a cerca de 324 mil km de nosso planeta, diante do olhar atento de cientistas de todo o mundo.

O Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (agência espacial americana) advertiu há poucos dias que o asteroide, que tem o tamanho de um porta-aviões, não representava nenhum perigo para a Terra e que seu percurso seria uma boa oportunidade para estudá-lo de perto.

As antenas do centro de vigilância do espaço profundo da Nasa, em Goldstone, na Califórnia, e o radar do observatório de Arecibo, em Porto Rico, seguiram a trajetória do asteroide durante a última semana.

Os cientistas da Nasa esperam obter imagens do radar de Goldstone de 2 m por pixel, o que poderia ajudar a conhecer com detalhes como é a superfície do asteroide, sua forma, suas dimensões e outras propriedades físicas.

No entanto, esta não é a primeira vez que o 2005 YU55 cruzou o caminho da Nasa, já que o asteroide foi detectado e seguido pelo observatório de Arecibo em abril de 2010, quando se encontrava a cerca de 2,3 milhões de km.

O radar conseguiu captar uma imagem do asteroide com uma resolução de 7,5 m por pixel, que revelou que o corpo celeste tem uma forma quase esférica e um diâmetro de 400 metros. A partir de suas observações, os astrônomos determinaram que o 2005 YU55 viaja lentamente e tem um período de rotação de 18 horas.

A Nasa já publicou hoje imagens do asteroide feitas ontem às 18h45 (de Brasília) a uma distância de 1,38 milhões de km da terra. Os astrônomos informaram que a última vez que uma rocha espacial deste tamanho se aproximou tanto da Terra foi em 1976 e a próxima conhecida de um asteroide com estas dimensões será no ano 2028.

A Nasa detecta e rastreia habitualmente os asteroides e cometas que passam próximos da Terra usando telescópios terrestres e espaciais com seu programa "Spaceguard".

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5461632-EI301,00-Asteroide+passa+perto+da+Terra+sob+olhar+atento+dos+cientistas.html#tinfo

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Rússia lança sonda para recolher poeira de lua de Marte

A Rússia lançou sua primeira missão interplanetária em mais de duas décadas na quarta-feira (horário local), voando em direção ao Planeta Vermelho com a ambiciosa tarefa de trazer de volta uma amostra da lua marciana Fobos.

A sonda Fobos-Grunt, de 5 bilhões de rublos (163 milhões de dólares), decolou à 00h16 (18h16 de terça-feira no horário de Brasília) da base de lançamento de Baikonur, no Cazaquistão, em um foguete Zenit-2SB, informou a agência espacial russa.

Se tiver sucesso, a viagem de três anos será a primeira de uma sonda soviética ou russa para Marte a cumprir plenamente sua missão no espaço profundo. A missão, no entanto, será assombrada por fracassos do passado, e se tornou um teste para a indústria espacial russa.

Quando, em 1996, a única tentativa da Rússia de chegar a Marte terminou na atmosfera depois de um lançamento mal sucedido, o incidente foi visto como a consequência de uma geração de cientistas sem brilho e de orçamento apertado.

A poeira de Fobos, dizem os cientistas, poderia lançar luz sobre a gênese do sistema solar, enquanto os dados coletados em sua órbita poderiam ajudar a resolver mistérios duradouros como se o planeta mais próximo da Terra já abrigou vida.

"Finalmente os seres humanos devem entender onde eles vivem, em que tipo de universo, e este é um passo em direção a isso", disse Alexander Degtyaryov, projetista-chefe da fabricante de foguetes Zenit, à televisão estatal russa antes do lançamento.

Os cientistas russos sonham em estudar a lua do Planeta Vermelho em forma de batata, que tem apenas 22 quilômetros de extensão, desde o auge das pioneiras incursões soviéticas ao espaço na década de 1960.

Mas de duas missões enviadas a Fobos em 1988, apenas uma chegou perto de alcançar seu objetivo, mas perdeu o contato com a Terra a poucos metros da superfície do mundo alienígena.

"Nós sempre tivemos muito azar com Marte", disse à Reuters o cientista-chefe da missão, Alexander Zakharov, do Instituto de Pesquisas Espaciais de Moscou.

Um dos primeiros de muitos desafios da complexa missão será o pouso na superfície de Fobos, com praticamente nenhuma gravidade para ajudar a guiar a sonda. O equipamento está equipado com propulsores especiais para pressioná-lo sobre a superfície da lua.

Os cientistas esperam que a Fobos-Grunt vai aterrissar em um local plano, livre de pedras que podem derrubá-la, e encontrar um terreno macio o suficiente para que seus braços mecânicos consigam recolher um pedaço da lua prateada.

"Nós não sabemos o suficiente sobre a superfície. Nós não sabemos como é plana, que tipo de rochas tem lá", disse Zakharov.

A sonda russa deve então decolar carregada de sujeira alienígena, navegar na órbita de Marte e em seguida voar de volta em segurança à Terra.

Sua entrada na atmosfera pode ser a parte da missão que mais fará os cientistas roerem as unhas. A nave vai confiar inteiramente em sua forma cônica para desacelerar sua descida. Um radar de solo irá acompanhar a sua chegada.

"É uma missão muito difícil precisamente porque tem muitas fases, e o sucesso de cada fase depende da anterior", disse Zakharov à Reuters.

Reuters
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Sonda russa decolou rumo à Phobos, uma das luas de Marte

A Rússia lançou nos primeiros minutos desta quarta-feira (hora local) uma sonda rumo à Phobos, uma das luas de Marte, onde deve recolher amostras e trazê-las para a Terra, informou a agência espacial Roskomos. O foguete Zenit que transporta a sonda Phobos-Grunt (Phobos significa Sol em russo), decolou às 00h16 de Moscou (18h16, horário de Brasília de terça-feira) do cosmódromo russo de Baikonur, nas estepes do Cazaquistão, segundo imagens "ao vivo" difundidas pelo site da Roskosmos.

A missão à maior das luas de Marte retoma a exploração russa do Planeta Vermelho, que havia deixado aos ocidentais, com a esperança de saborear o sucesso de uma expedição interplanetária após 25 anos de jejum. A missão da Phobos-Grunt tem por objetivo tomar amostras deste satélite de Marte, em órbita a 6 mil km do planeta, e trazê-las à Terra para determinar as características de sua superfície. Também analisará a origem da maior das duas luas do planeta vermelho, assim como a atmosfera marciana.

Para isso, Phobos-Grunt leva uma aeronave para "aterrissar" dotada de uma carga útil científica que permitirá que colete amostras, e um módulo para seu retorno à Terra. Phobos-Grunt também colocará em órbita em torno de Marte um satélite chinês Yinghuo-1.

Segundo o Centro Nacional de Estudos Espaciais francês (CNES), associado à Roskosmos nesta missão, o veículo chegará ao destino em 2013 e as amostras estarão na Terra em 2014. "Se Phobos-Grunt chegar a Phobos e colocar em órbita o satélite chinês, já será um sucesso. E se conseguir amostras do solo e trazê-las à Terra, isto superará todas as expectativas", declarou à AFP o especialista russo Igor Lisov.

Para a Rússia, este lançamento é de grande importância, já que se trata de sua primeira missão interplanetária depois do fracasso de Marte 96, lançado em novembro de 1996. Após uma falha da nave Proton, a sonda caiu no Oceano Pacífico, acabando com as esperanças da Rússia, que contava em reativar seu programa espacial, em declínio desde a desintegração da União Soviética.

Interesse em Marte
O interesse pelo planeta vermelho cresce: na semana passada, seis voluntários terminaram uma missão que consistia em permanecer fechados durante 520 dias em uma réplica de uma nave espacial para simular uma viagem a Marte. No entanto, nenhuma expedição humana em direção a este planeta está prevista antes de vinte anos.

A última missão interplanetária bem-sucedida de Moscou data de 1986, com o lançamento das sondas soviéticas Vega para explorar Vênus e o cometa Halley. Os americanos multiplicaram as missões interplanetárias, como a Mars Global Surveyor, em 1996, ou a Phoenix Mars Lander, em 2007, e o lançamento de veículos em direção a Marte.

Já a Agência Espacial Europeia (AEE) lançou em 2003 com sucesso sua primeira sonda em direção ao planeta vermelho no âmbito do programa Marte Expresso. A agência espacial russa Roskosmos sempre esteve interessada em Phobos. Em 1988 e 1989, a Rússia lançou as sondas Phobos 1 e 2 para sobrevoar o satélite, mas as missões foram um fracasso. Previsto para 2009, o lançamento de Phobos-Grunt foi adiado até 2011. A cada dois anos, a distância entre Marte e a Terra diminui, o que facilita os lançamentos.

AFP
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Nasa lançará voo de testes não tripulado da cápsula Orion em 2014

A Nasa (agência espacial americana) anunciou nesta terça-feira que prevê lançar em 2014 um voo de testes sem astronautas da cápsula Orion, sucessora do ônibus espacial, especialmente para missões tripuladas além da órbita terrestre. "Este voo de testes dará dados valiosos para missões tripuladas da exploração espacial distantes" da Terra, disse em um comunicado David Weaver, porta-voz da agência espacial americana.

O novo sistema de lançamento espacial "Space Launch System" (SLS), destinado a lançar, finalmente, a cápsula Orión, levará os astronautas americanos "mais distante do que nunca no espaço", disse Weaver.

A cápsula Orion, que será lançada de Cabo Canaveral, Flórida (sudeste dos Estados Unidos), girará em volta da Terra duas vezes, para depois tentar retornar, intacta, à atmosfera terrestre, com grande velocidade. Já na Terra, a Orion posará no oceano, freada por paraquedas assim como o das cápsulas do programa Apollo, que viajaram para a Lua entre 1969 e 1972.

"O retorno fornecerá os dados necessários para desenvolver uma nave espacial capaz de sobreviver a uma velocidade superior a 32 mil km/h e de retornar com toda segurança aos astronautas de viagens além da órbita da Terra", disse Bill Gerstenmaier, encarregado da Nasa em exploração humana. A data exata do lançamento não foi ficada até o momento pela Nasa. A companhia aeroespacial Lockheed Martin é a encarregada do projeto e desenvolvimento da Orion.

AFP
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Alemanha assume controle dos dois satélites europeus Galileu

A Alemanha assumiu o controle dos dois satélites Galileu que já alcançaram a órbita em que vão operar, e que são uma alternativa civil europeia ao sistema GPS, controlado pelos Estados Unidos. A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou nesta terça-feira que "os dois primeiros satélites do sistema de navegação europeu Galileu atingiram sua órbita definitiva". Na segunda-feira, a agência espacial francesa CNES cedeu o monitoramento ao centro de controle do Galileu em Oberpfaffenhofen, na Alemanha.

Administrado pelo Centro Alemão para a Navegação Aérea e Espacial, este centro será encarregado do controle de operações dos dois satélites em seus 12 anos de vida. Os dois primeiros satélites Galileu foram lançados em 21 de outubro a bordo de um foguete portador russo Soyuz, do polígono de Kuru, na Guiana Francesa. Após o lançamento, os satélites foram colocados na órbita adequada a uma altitude de 23.222 km, de onde serão monitorados.

O sistema de navegação Galileu, que vai concorrer com o GPS (Global Positioning System), será composto por 30 satélites e terá aplicações nas áreas de transporte e logística, segurança do trânsito e turismo. O Galileu sofreu diversos atrasos devido a disputas da União Europeia e da própria ESA pelos interesses nacionais dos países que participam do projeto.

EFE
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